PRIMEIRA VÍTIMA MORTAL DO ANO EM ATAQUE ATRIBUÍDO À JUNTA DA RENAMO

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PRIMEIRA VÍTIMA MORTAL DO ANO EM ATAQUE ATRIBUÍDO À JUNTA DA RENAMO

 

PRIMEIRA VÍTIMA MORTAL DO ANO EM ATAQUE ATRIBUÍDO À JUNTA DA RENAMO

Uma vítima mortal e camiões perfurados de balas é o saldo do primeiro ataque do ano, ocorrido na manhã de ontem, ao longo da Estrada Nacional Número 1, na Província de Sofala.
A Polícia da República de Moçambique em Sofala não entra em detalhes, mas não tem dúvidas, “ O ataque foi realizado pelos homens de Mariano Nyongo”.
A Tv Miramar apurou que por volta das 7horas, uma coluna de mais de dez camiões provenientes da zona norte do país, seguia em direcção ao sul do país. A viagem que parecia tranquila foi bruscamente interrompida com balas na zona do Zove, nas próximas da ponte sobre o rio Ripembe, a 30km de Muxúnguè.
Como resultado dos tiros, ocupante de um dos camiões foi atingido por duas balas na cabeça. Quando os disparos cessaram foi levado ao hospital de Muxúnguè, mas não resistiu aos ferimentos e foi declarado óbito.
Nas vésperas da quadra festiva, Mariano Nyongo, dirigente da autoproclamada Junta Militar da Renamo, anunciou o cessar-fogo para permitir o diálogo. "Não quero mais matar moçambicanos... Não quero mais ser um moçambicano a morrer com uma arma, por isso é que estou a apelar ao Governo a terminar com a guerra e a entrarmos nas negociações para o povo moçambicano andar livre", disse em Dezembro em resposta aos apelos para que as armas não sejam a “língua oficial dos moçambicanos”.
Os ataques têm afectado as províncias de Manica e Sofala já provocaram a morte de mais de 30 pessoas desde Agosto de 2019.
Mariano Nyongo tem exigido novas condições de reintegração e demissão de Ossufo Momade, presidente da Renamo.







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