Há FOME NO CENTRO DOS DESLOCADOS

Entretanto, a equipa de reportagem constatou que nos centros onde acolhem deslocados dos ataques em Gôndola, falta quase de tudo: não há comida, cobertores, água líquido indispensável para a vida humana. 

Enquanto gravava-se a reportagem numa temperatura abaixo de 8 graus, aconteceu que uma criança de 7 anos estava totalmente estremecido por conta do frio que se fazia sentir no dia, e o olhar penoso dos pais da criança que não podiam sequer ajudar isto por falta de condições. 

Para os pais que conseguem comida adquirida do dinheiro resultante da venda de lenha que apanham nas altas matas da localidade, a prioridade do dinheiro vai para o sustento das crianças que consome no modo salve-se quém puder. 

Alem da falta de comida, água para consumo busca-se no río Mussatua. E porque a mesma não é tratada, ja se fala de doenças de origem hidrica. 

"Aqui bebemos água suja, que buscamos naquele riacho ali, muitos de nós passam mal de diarreia e outras doenças" referiu Mateus Fungufaia, outro deslocado. 

Afinal as autoridades estão a par desses problemas, dai que entregaram está  segunda-feira uma parte das famílias comida para os próximos 30 dias. 

FONTE: JORNAL "O PAIS"

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