ONU e Japão lançam projecto para prevenção de conflitos em Cabo Delgado

O Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) e o Governo do Japão lançaram um projecto para a prevenção de conflitos em Cabo Delgado, província afectada pela violência armada desde Outubro de 2017.

O projecto, apoiado pelo Governo nipónico, visa criar mecanismos de paz, coesão social e a prevenção de conflitos e será coordenado pelo PNUD, em parceria com o Ministério do Interior de Moçambique, refere uma nota conjunta distribuída hoje à comunicação social.

“O Governo do Japão decidiu apoiar principalmente grupos populacionais e comunidades deslocadas com as tensões existentes devido a conflitos violentos, melhorando assim a consciencialização sobre a prevenção da violência e a capacidade de subsistência em Cabo Delgado”, disse o embaixador nipónico em Maputo, Kimura Hajime, citado na nota.

Também o representante residente da PNUD em Moçambique, Francisco Roquete, destacou a importância do apoio às populações, principalmente as mais jovens e as mulheres.

“Através deste projeto, prevemos não apenas conter os conflitos em curso, mas também criar ambientes propícios em que as comunidades possam desfrutar do desenvolvimento social e económico de uma maneira sustentável”, declarou.

Cabo Delgado, província onde avança o maior investimento privado de África para exploração de gás natural, está sob ataque desde outubro de 2017 por insurgentes, classificados desde o início do ano pelas autoridades moçambicanas e internacionais como uma ameaça terrorista.

Também o representante residente da PNUD em Moçambique, Francisco Roquete, destacou a importância do apoio às populações, principalmente as mais jovens e as mulheres.

“Através deste projeto, prevemos não apenas conter os conflitos em curso, mas também criar ambientes propícios em que as comunidades possam desfrutar do desenvolvimento social e económico de uma maneira sustentável”, declarou.

Cabo Delgado, província onde avança o maior investimento privado de África para exploração de gás natural, está sob ataque desde outubro de 2017 por insurgentes, classificados desde o início do ano pelas autoridades moçambicanas e internacionais como uma ameaça terrorista.



Fonte: RTP

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